Archive for July 2016

Notas da Autora #02 - [Capítulo 01]


Para vocês que duvidaram: SIM, EU ESTOU VIVA!

Muito bem, Aventuras em Kanto começou pra valer com o capítulo 1, e devo dizer que essa capítulo sofreu muitas alterações até chegar aqui, e pelo que parece, vocês gostaram do resultado e isso me deixa muito feliz :)

Mas vamos ao que interessa.
TEVE REFERÊNCIA A MATÉRIA SIM, E SE RECLAMAR, VAI TER DE NOVO! (na verdade vai ter, com ou sem reclamações <3)
E para você, que mora numa caverna ou que descobriu a internet agora, Matéria é um livro (ainda não publicado) escrito pelo autor de Aventuras em Sinnoh, CanasOminous. Tive a oportunidade de ser a beta e posso alegar para vocês que o livro está maravilhoso.
Se ficou interessado,o
 Canas postou os 3 primeiros capítulos no blog oficial do Matéria, além de outras postagens com fanarts, artes oficiais, curiosidades e personagens. É só clicar no button aqui embaixo.




Agora vamos falar um pouco dos personagens do capítulo, começando pela Charlotte. Essa personagem surgiu da forma mais aleatória possível, eu estava vendo alguns animes e por algum motivo, surgiu a ideia de fazer uma protagonista toda delicada e fofinha, o nome é algo mais antigo, eu gosto desse nome e sempre coloco ele nas minhas protagonistas sempre que posso (se você é da época de Kalos TGA, talvez vá entender).
Christoph Vallierè, acho que todo mundo sacou que ele é uma referência ao Canas, mas ele é totalmente independente ao próprio, então as vezes, algumas coisas não baterão entre os dois, é apenas uma pequena homenagem que eu fiz ao autor de AeS.
Nagisa Cattelya, eu vi um palpite de um leitor de que ela era referência a Fantina. Foi um bom palpite, mas sinto informar que a Fantina terá seu papel dento de AeK, mas não será em referências, e sim, como aparição, então, aguardem. E voltando a Nagisa, em breve, será revelada a musa que inspirou essa personagem.
Por último, John Bennett, ou Johnny para todo mundo,veio com a nova versão do capítulo 1, isso porque eu precisava de um personagem que marcasse a infância da protagonista, e também porque eu queria trabalhar com alguém que tivesse algo relacionado a nova região, Alola. O sobrenome dele é uma referência ao belíssimo cantor Tony Bennett, dono de uma voz maravilhosa.

E por fim, a troca de objetos foi uma sugestão do Canas (de novo :v) com uma mistura de sentimentos de animes shoujos. Mas digam aí, vocês gostariam de ter uma pelúcia de um Turtwig ou de um chaveiro do Duke...Digo, Piplup? 


Sobre o capítulo 1 era só isso meus comentários a fazer, então, até o próximo capítulo o/

EXPLICAÇÕES
Star, porque não teve capítulo na sexta-feira (dia 22)?
Como vocês devem imaginar, eu sou uma grande fã de animes, mangás e a cultura japonesa, e a cidade de São Paulo recebe todo ano o famoso Anime Friends, e é claro que eu não perderia a oportunidade de ir, participei dos dias 16 e 17 de Julho, e além de curtiu o evento, encontrei-me com alguns autores da Aliança, como a Zyky, de Oblivia, o Sigert, de Hoenn e o Canas, de Sinnoh.
Na segunda-feira, a Zyky resolveu pagar de guia turística e me levou para conhecer um pouco de São Paulo, aproveitei e conheci pessoalmente o Doritos, de Unova e o Dento, de Johto. E na terça-feira, fui fazer uma visita para o Canas, onde a gente passou o dia inteiro jogando.
Resultado, não tive tempo de escrever e terminar o capítulo 2, mas ele está sendo produzido nesse exato momento. Agradeço a todos pela compreensão e peço desculpas.

Uma pequena degustação do sábado do evento. Choveu e eu virei uma estrela do mar >.>

Capítulo 1



 O sol se pondo nas montanhas e a cor alaranjada do céu anunciava o fim de tarde de domingo na região de Sinnoh, alguns Pokémons retornavam para suas casas e outros se preparavam para a vida noturna, alguns Starly se ajeitavam nas árvores, os Bidoof se enfiavam em algum buraco ou arbusto e enquanto isso, Murkrow começava a voar pelo céu em busca de comida. Na Route 212 havia a famosa Pokémon Mansion, que aos poucos acendiam suas luzes internas, em um dos cômodos, mais precisamente, o escritório da casa, uma conversa entre pai e filha acontecia.

 - Está... Me mandando para Kanto? – perguntou a garota de oito anos, segurando um Turtwig de pelúcia ao homem alto.
  - Sim... Estou te mandando para a casa de uma amiga de longa data, em Pallet Town. - replicou o senhor em frente de uma mesa de madeira nobre que estava lotada de papéis e canetas.

   - O que eu fiz? - perguntou a menina, preocupada.

   - Nada, minha querida, é só... - o homem de terno coçou a barba e suspirou - Problemas de adulto...

  A mais nova a sua frente encheu a bochechas de ar e fez um biquinho, e em meio ao ato, respondeu, meio irritada:

  - Você sempre diz isso quando não pode me explicar as coisas, eu tenho oito anos, consigo entender as coisas. Eu até tirei nota alta na aula de matemática.

  O mais velho riu e se aproximou:

  - Apenas prometa que vai se cuidar.

  - Prometo escovar os dentes todos os dias antes e depois das refeições. - ela sorriu, da forma mais sincera – E também antes de dormir, como o senhor ensinou.

  O pai a abraçou:

  - Tenho certeza que vai, Charlotte. - e suspirou pela segunda vez - Eu te amo, filha.

- Eu também te amo, papai.


~ o ~ o ~ o ~ 


  No dia seguinte, o sol se levantou tímido por entre as montanhas, havia nevado na madrugada, então algumas árvores e telhados de casas estavam cobertos de neve. Alguns raios de sol atravessaram a janela enorme do quarto de Charlotte e atingiram o rosto da garota, que tentou cobrir usando seu travesseiro de penas de Swanna. Logo, alguém adentrou o recinto, acompanhada de uma criatura rosa conhecida como Clefairy.

  - Senhorita Charlotte, é hora de acordar, está quase na hora da escola – disse a empregada. – Bom dia.
  A garota resmungou um pouco e sentou-se na cama, bocejando e se espreguiçando, observando o enorme quarto a sua volta.
   - Bom dia... – respondeu ela, sonolenta.
  - Seus pais estão te esperando na sala de jantar para o café da manhã. – informou a mulher, abrindo as cortinas de algumas janelas. – Parece que nevou bastante de madrugada.
   - Estava bem frio... – sussurrou a menina. – Ei, Daisy. – chamou ela. – Sabe por que meu pai vai me mandar para Kanto?
  Daisy parou seu afazer e pareceu refletir sobre a pergunta e sobre a resposta que daria, claro que ela sabia o motivo, mas ordens superiores a impediam de dizer a verdade.  - D-desculpe, senhorita, mas não me informaram de nada... – respondeu, esperando que a garota não contestasse ou fizesse mais perguntas. Para sua sorte, Charlotte simplesmente respondeu:
  - Ah... Tudo bem... – e suspirou. A fim de cortar o clima tenso, a mulher terminou de abrir as cortinas e disse:
  - Vista seu uniforme, precisa de ajuda?
  - Não, obrigada.
  A empregada deixou o quarto e apenas sua Clefairy ficou. Charlotte desceu da cama e acariciou a cabeça do Pokémon, que respondeu com um grunhido alegre, a menina então se encaminhou para seu closet onde seu uniforme estava pendurado e havia sido preparado pela empregada, e então, começou a vestir a roupa.
   Charlotte Cattelya Vallièrie possuía longos cabelos castanhos e lisos, olhos grandes e expressivos onde as cores combinavam com a do cabelo, tinha a pele pálida, bem típica das pessoas que nasceram e cresceram em Sinnoh, frequentemente, era vista usando vestidos de tons claros de rosa ou roxo, isso dava a ela um ar infantil que combinava com a idade. Era uma menina gentil, delicada, muito educada devido a criação dos pais e tímida de vez em quando.
   Vestiu seu uniforme com certa calma, sendo sempre auxiliada pela Clefairy. O vestuário era composto uma camisa branca de abotoar, no pescoço estava preso um laço cinza, a saia meio azulada de comprimento acima do joelho estava presa sobre um suspensório que passavam por cima dos ombros da garota. A meia calça de cor cinza era grossa e esquentava as pernas da garota e nos pés, ela usava um coturno de couro preto muito bem engraxados. 
  - Prontinho. – disse ela para si mesma. O Pokémon rosa se aproximou carregando em seu colo uma mochila tradicional de cor branca. – Ah, obrigada. – agradeceu, pegando o objeto e saindo do quarto.


  Se aproximou do fim do longo corredor cheio de portas afastadas longes umas das outras e desceu as escadas de madeira, logo, se deparou com o hall da entrada e entrou a direita, deparando-se com a enorme sala de jantar.
  O recinto tinha as paredes pintadas de cor vinho, o chão era revestido com assoalho de madeira, havia janelas altas que mostrava nitidamente a paisagem do lado de fora, como se fosse uma pintura, havia também alguns quadros com obras clássicas de épocas antigas espalhados pelas paredes. Ao centro uma enorme mesa com tampo de vidro estava cercada por diversas cadeiras almofadadas e na ponta, duas cadeiras estavam ocupadas por um homem e uma mulher, os pais de Charlotte.
  Christoph Vallièrie, pai da garota, era natural da maravilhosa região de Kalos que se mudara para Sinnoh ainda jovem, no passado, escreveu um livro conhecido como Matéria que fez um enorme sucesso e que continuava sendo citado pela mídia, e atualmente, estava no ramo dos negócios comandando uma enorme empresa. Era um homem sempre muito bem vestido, usando ternos ou roupas formais, até mesmo em ocasiões informais, tinha cabelos lisos e negros e barba de mesma cor, seus olhos, por sua vez, eram castanhos, semelhantes ao da filha, e a pele era branca e um pouco mais escura do que de Charlotte.
   Nagisa Cattelya, a mãe, era da própria região e nunca fizera nada relevante em sua vida, mas era conhecida pela sua gentileza e bom humor. Ao contrário do marido, preferia usar roupas simples, porém delicadas e elegantes. Possuía cabelos castanhos iguais ao da filha, porém curto, olhos castanhos, o curioso nela era ser levemente mais alta que Christoph e sua pele era mais pálida do que de Charlotte. Era conhecida também por ter uma saúde levemente frágil.
   - Bom dia, papai e mamãe. – cumprimentou Charlotte, sentando-se a mesa junto aos pais.
   - Bom dia, filha. – respondeu a mãe, sorrindo.
   - Bom dia, querida. – disse o pai, não tirando os olhos do jornal que lia.
  - Hoje eu vou te acompanhar até a escola. – informou Nagisa, tomando um gole do seu café.
  - V-você? Mas... Hoje o papai prometeu que ia me levar... – respondeu Charlotte, meio confusa e indignada.
  - Papai está ocupado com o trabalho, querida. – contestou o homem, acariciando a cabeça da filha, sem tirar os olhos do jornal. – Desculpa, prometo fazer isso outro dia.
  - Todo dia você promete! Mas sempre inventa uma desculpa para não me acompanhar. – exclamou a menina, meio irritada.
  - Charlotte... – chamou a mãe da garota, e quando esta olhou para a mulher, Nagisa encarou a filha com um olhar que só as duas entendiam, não era uma discussão, muito menos uma bronca, era apenas um jeito de evitar que as duas perdessem tempo discutindo a toa. Charlotte abaixou a cabeça e não voltou a falar.

~ o ~ o ~ o ~

  Algum tempo depois, Charlotte e sua mãe estavam no carro rumando em direção a Hearthrome onde a escola ficava, além do motorista, um segurança acompanhava as duas, a garota estava em silêncio ainda decepcionada com Christoph, e Nagisa percebeu isso, então resolveu puxar assunto:
  - Sabe... Seu pai não faz isso por mal, ele realmente está muito ocupado. A vida de adulto não é fácil... 
  - Eu nunca quero ser adulta... – murmurou Charlotte, meio irritada.
  - Ser adulto é muito mais que trabalho, é ter responsabilidade e saber encarar as dificuldades da vida. – comentou a mulher. – Pode parecer chato, mas quando você resolve uma situação sozinha, você se sente muito bem. Você fica mais autoconfiante.
  A filha não disse mais nada, não sabia se ela havia concordado ou discordado com a mãe, mas com certeza tinha absorvido aquelas palavras. 
  O carro de cor preta parou em frente a um enorme prédio de cor branca cercado por grades cinzas e uma enorme porta e uma placa de ferro em destaque com o escrito Sinnoh Elementary School em letras de ouro. Era um dos colégios particulares mais famosos da região, e era responsável por educar filhos de grandes empresários, bancários e outros nomes famosos. No pátio da escola, várias crianças conversavam entre si, as idades variavam entre 5 e 13 anos, algumas estavam acompanhadas de seus pais, e outras de empregados e babás. 
   Charlotte, Nagisa e o segurança desceram do carro e receberam o olhar de alguns curiosos, a mãe arrumou seu casaco de pele e permaneceu parada, a estudante arrumou a mochila em suas costas e olhou em volta, procurando rostos conhecidos, não demorou muito a encontrar a de um garoto ruivo e pele levemente morena que se destacava em meio de tantos rostos iguais. Charlotte sorriu e correu em direção do suposto amigo.
   - Johnny! – exclamou a menina, chamando o garoto, recebendo o olhar reprovador de alguns pais.
  - Charlotte. – sorriu o menino, ao ver a amiga se aproximar. – Bom dia, como foi seu fim de semana? – questionou ele, com certa gentileza.
  - Muito bem, e o seu?
  - Bem também, obrigado por perguntar.
  Johnny, ou John Bennett, era o melhor amigo de Charlotte desde que entraram no colégio, tinha 9 anos e exóticos cabelos ruivos encaracolados e uma pele levemente morena. Seu pai era um rico bancário originário da região de Sinnoh, na qual o garoto puxou a cor dos cabelos, e sua mãe viera da afastada região de Alola para disputar os famosos Contests, e assim, John puxou a melanina dela. De personalidade, Johnny era cavalheiro, daqueles que puxam a cadeira para sua companheira num encontro, e muito educado, puxando a seriedade de seu pai, mas não dispensava um bom sorriso ou elogios, igual a sua mãe. Se tinha uma pessoa na qual Charlotte confiava, era em John, talvez metade dos seus segredos foram compartilhados com ele. 
  - Hey, Johnny, podemos nos encontrar no balanço na hora do lanche? – questionou a morena, após uns minutos de silêncio. 
  - Claro, aconteceu algo? – questionou o ruivo.
  - Talvez sim. – respondeu ela, meio triste. 
  - Ei, que cara é essa? – questionou de novo o ruivo, claramente preocupado. – Não fique assim, seja qual for o motivo, eu estou aqui. – ele pegou a mão da garota. Charlotte sentiu suas bochechas arderem levemente.
  - Obrigada, Johnny... – respondeu ela, com um sorriso tímido.
- Charlotte! – Nagisa surgiu, meio desesperada. – Por favor, não corra de novo. – ela se ajoelhou a altura da menina. 
  - E-eu estou bem, só vim até Johnny. – replicou a garota.
  - Não se preocupe, Senhora Vallièrie, eu cuido da Charlotte. – entrou John, sorrindo enquanto segurava a mão da amiga. Nagisa logo percebeu a determinação do garoto, claro que os problemas da família iam muito além do que ele imaginava, mas a proteção que Johnny dava a Charlotte era algo comovente e acolhedor. A mulher se levantou, encarou o ruivo com um sorriso leve no rosto e disse:
  - Sei que vai... – ela beijou a testa da filha e saiu, acompanhada do segurança.

  Não demorou para que três aulas se passassem e a hora do lanche chegasse, John e Charlotte estudavam na mesma sala e de longe eram os mais inteligentes, mas não se gabavam por isso, pelo contrário, viviam ajudando os colegas com os estudos e até mesmo com as famosas “colas”. Muito das pessoas que estudavam no colégio se gabavam pelo dinheiro de seus pais, isso fazia Nagisa comentar várias vezes: “Pobres crianças, desde cedo se corrompendo por causa do dinheiro.”
  Os dois amigos se dirigiram para fora do prédio da escola onde era possível acessar um pequeno jardim, alguns bancos de areia e por fim, um parquinho com o tal balanço. Por sorte, estava vazio, já que frio tendia a fazer as pessoas procurarem ficar dentro de suas classes, limparam os assentos cobertos de neve e sentaram-se. 
  - Eu gosto da paisagem branca de Sinnoh. – comentou John, olhando para o horizonte. – Mas eu prefiro o clima quente de Alola, sempre passo as férias com meus pais lá.
  - Eu fui uma vez para Hoenn, as praias de lá são magníficas, mas não gosto muito do sol. – comentou Charlotte, balançado de leve o seu assento. – Já viajamos para Johto também, ficamos em Ecruteak e foi muito divertido participar de um festival de lá, tivemos que usar quimonos. 
  - É... O mundo tem vários lugares incríveis a se explorar... – o ruivo olhou para a morena ao seu lado. – Mas então, o que queria falar comigo?
  A menina parou de balançar o objeto que estava sentada e encarou o chão, suspirou e logo soltou:
  - Eu vou me mudar...
  - O quê?
  - Eu vou me mudar para Kanto, Johnny... – quando repetiu pela segunda vez, a garota soltou algumas lágrimas. – Meu pai disse isso ontem para mim, mas não explicou o porquê, só disse que seria em breve.
  - Mas, mas... E a escola? E nossos trabalhos em grupo? – questionou o amigo, completamente chocado.
  - Eu queria ficar, mas meu pai não quer mudar de ideia. – choramingou a garota. – Ele diz que são problemas de adulto.
  - Você não pode ir embora! Não pode! – Johnny parecia implorar, estava a ponto de ajoelhar-se em frente a garota.
  - Eu também não quero ir! – gritou Charlotte, olhando para o amigo. - ...Eu não quero...Não quero deixar tudo para trás.
  Num vulto, John levantou-se de seu balanço e abraçou a amiga, um abraço longo e sincero, sem malícia, apenas um abraço de tristeza, mas também de conforto. A morena retribuiu o ato, depositando algumas lágrimas na roupa de frio do colega. Começara a nevar de novo, pequenos flocos de neve pousaram suavemente em tudo que era possível tocar, inclusive nos dois amigos que não pareciam se incomodar com a mudança no tempo. Após um tempo, se afastaram lentamente, Johnny sentiu que precisava melhorar o clima, suspirou e comentou, sorrindo:
  - Já que vamos ficar longe um do outro, precisamos de algo que mantenha viva nossa amizade.
  - Algo como? – perguntou a outra, curiosa, enxugando as lágrimas.
  - Podemos trocar objetos importantes para nós e assim, nunca iremos nos esquecer do valor desse objeto e nem da nossa amizade. - sugeriu o ruivo.
   - Um objeto importante... - refletiu Charlotte. - Ah, eu já sei!

   - Traga amanhã. E eu tratei o meu.

   - Combinado! - respondeu a garota, animada.


   Era fim de dia, e Charlotte entrou em sua casa com certa velocidade e partiu em direção ao seu quarto, tão animada que nem percebeu os cumprimentos da empregada e da Clefairy, só queria saber de chegar ao seu destino.
   Entrou no seu quarto cheio de pelúcias e coisas femininas e caçou em sua cama bem arrumada a pelúcia de uma tartaruga verde e marrom conhecida como Turtwig, um dos iniciais entregues pelo Professor Rowan aos treinadores novatos da região de Sinnoh.





    - É esse. - disse a si mesma, como se estivesse orgulhosa ou algo assim.

   Queria contar a alguém sobre seu trato com Johnny. Contaria a sua mãe, ela adorava ouvir histórias como essa. E ela soltaria aquele sorriso sincero que Charlotte adorava. Sim, iria contar a Nagisa. Jogou a bolsa da escola na cama e saiu do quarto, em busca da mãe.
De repente, ela ouviu gritos, gritos que vinham de uma sala do andar de baixo, e Charlotte deixou sua curiosidade tomar conta e seguiu o barulho, que saiam do escritório de seu pai. A porta estava entreaberta e a garota espiou para descobrir o motivo de tanto barulho. Era Nagisa e Christoph.

    - Você está enlouquecendo com isso! – exclamou a mulher, claramente irritada, uma expressão que Charlotte nunca vira nela. 

    - Enlouquecendo?! Desculpe se estou preocupado com a segurança de nossa família! – o homem exclamou de volta. 

    - Você só está tentando fugir disso! Entregue logo o maldito dinheiro e livre-se desse peso! – a voz de Nagisa queria se sobressair a de seu marido, mas sempre falhava no fim da frase.

    - NÃO! – Christoph socou sua mesa de trabalho, assustando a mulher e Charlotte, que ainda observava tudo, com certo medo. Há quanto tempo não via uma briga dos pais? Ou melhor, eles já haviam brigado alguma vez na vida? Estavam brigando por ela? Qual era o real motivo da briga?

    Nenhum dos presentes no escritório comentou mais nada, apenas evitaram trocar contato visual, Christoph parecia realmente cansado e preocupado, sua face e seu corpo pareciam de alguém que não dormia há dias, enquanto Nagisa tinha um olhar triste, como se absorvesse toda a energia negativa do marido.

    O silêncio era tão grande que eles puderam ouvir o choro de alguém. Era Charlotte, que estava no mesmo lugar, tentando segurar as lágrimas, mas como criança, não conseguia.

    - C-Charlotte... – foi a primeira coisa que Nagisa disse antes de sua expressão sair de tristeza para preocupação. Não pensou duas antes de se aproximar da filha, pegá-la em seu colo e abraça-la. – Está tudo bem... – sussurrou.

    - Porque estavam brigando? – questionou a menina, olhando para Christoph, que não levantara a cabeça, talvez estivesse envergonhado ou simplesmente queria evitar mais discussões.

    - Não estávamos brigando, foi apenas uma discussão... – a mãe fez questão de responder. – Ei, porque está com seu Turtwig de pelúcia, aconteceu algo com ele? – queria mudar de assunto, por isso, decidiu mudar o tom de voz para algo mais alegre.

    - E-eu vou dar para o Johnny... – respondeu Charlotte, olhando para a pelúcia enquanto respondia num tom não tão feliz como tinha planejado. 

    - Para o Johnny? 

    - Nós vamos trocar objetos importantes para nós dois, assim, um não esquece do outro... – comentou a filha. 

    Nagisa encarou a menina em seu colo e logo depois Christoph, que também olhou para a esposa. Ah, as crianças, sempre resolvendo os problemas da maneira mais inocente possível.


    No outro dia, mais precisamente na hora do lanche, Johnny e Charlotte voltaram a se encontrar no balanço do parquinho da escola, dessa vez, o sol estava mais radiante no céu, e não havia sinais de que havia nevado durante a madrugada. A garota estava com a mochila em suas costas, e quando viu o amigo se aproximar, jogou o objeto no chão e o abriu, retirando o Turtwig de pelúcia.

  - Você trouxe? – foi a primeira coisa que John perguntou, com certa animação.

  - Sim... – ela estendeu a pelúcia. – Eu adoro essa pelúcia, porque ela representa meu Pokémon favorito, o Turtwig, meu pai disse que já teve um e agora ele é um maravilhoso Torterra, não é o Pokémon mais forte, mas eu gosto muito dele.

  John pegou o objeto com cuidado, como se pegasse algo de vidro, observou bem a pelúcia que estava levemente suja e com sinais de quem era muito abraçado. 
  - Eu adorei... – respondeu ele, sorrindo. – Agora é minha vez... – o garoto enfiou a mão no bolso, vasculhando algo e de lá tirou um pequeno chaveiro de metal que estava estampado a foto de um pinguim azul, conhecido como Piplup. – Eu escolhi algo do meu Pokémon favorito também, eu ganhei esse chaveiro do meu pai quando fomos em um parque de diversões, foi um dos melhores dias da minha vida. – ele colocou o objeto nas mãos de Charlotte.





  - Eu irei cuidar muito bem dele, porque é um objeto importante para o Johnny. – a garota soltou um sorriso sincero e muito alegra. John corou levemente.

  - Descobriu alguma coisa sobre sua mudança? – questionou ele, alguns minutos depois.

  - N-não... Mas eu ouvi meus pais brigando ontem a noite... Eu ouvi algo sobre dinheiro. – respondeu a morena. – Não sei se está relacionado com a minha mudança, mas foi muito assustador.

  - Adultos sempre estão falando de dinheiro, então não posso dizer se tem algo relacionado. – suspirou o ruivo. – Mas não se preocupe, tenho certeza que será uma mudança rápida, e em alguns meses, você voltará.

  - Eu espero que sim...

~ o ~ o ~ o ~


  Uma semana se passou desde aquele dia, Charlotte continuou a ir a escola normalmente e o assunto da mudança nem era mais tocado entre ela e Johnny, estavam mais preocupados em curtir seus últimos dias juntos. Era um sábado, e Nagisa acordou a filha bem cedo, ela parecia um pouco preocupada, mas tentou não demonstrar muito.

  - Você precisa ir... – dizia a mãe, arrumando a mala da filha com certa rapidez junto com a empregada.

  Ela não teve tempo de perguntar o porquê, apenas foi retirada da cama e colocou seu melhor vestido cor de rosa. Estava completamente confusa e um pouco assustada, aos poucos, a empregada levou as malas da garota para fora. Quando a calma prevaleceu, Nagisa se virou para a filha e ajoelhou-se em sua altura, dando-lhe um abraço reconfortante e apertado.

  - Apenas prometa que vai se cuidar... – sussurrou, com a voz embargada.

  - E-eu vou... – respondeu a menor. – Mamãe, eu não posso me despedir de Johnny antes? 

  - Desculpe querida, não temos tempo... 
Charlotte abaixou a cabeça, prometera ao amigo que o avisaria quando fosse o dia de sua partida, queria falar com ele uma última vez. Porque estavam todos desesperados?




  Mãe e filha saíram pelos fundos da casa onde um enorme helicóptero preto aguardava a menina, que ficou impressionada com a elegância da máquina. Christoph estava perto do meio de transporte, dando algumas instruções a alguns seguranças que provavelmente foram contratados recentemente, já que eram rostos novos na casa, assim que os homens saíram, o pai acenou para que Charlotte se aproximasse, e ela o fez.

  - Desculpe assustar você desse jeito... Mas algumas coisas saíram do controle. – informou ele, sério.

  - E-estou assustada, papai. – disse a filha, meio encolhida.

  Christoph pegou a menina no colo e a colocou dentro do helicóptero, ajeitando o cinto de segurança na filha e outros instrumentos importantes.

  - Prometo que ficará tudo bem. – comentou o homem. – Você vai gostar de Kanto, vai morar com uma família legal. Eles têm uma filha que é quase da sua idade, você fará amizade com ela. – as palavras do pai saíam em tons embargados, claramente ele queria chorar.

  - T-tudo bem... Papai... – concordou Charlotte, cabisbaixa. - Confio em você. 

  O pai subiu no objeto voador e arrumou seus equipamentos de segurança. No banco da frente, o piloto e um segurança adentraram. A menina não parava de olhar em todas as direções, estava assustada com a situação, com aquelas pessoas, olhou para o pai, como se buscasse a resposta nele.

  - Podemos partir. – informou Christoph ao piloto.

  Em questão de minutos, o comandante da máquina ligou o helicóptero, que girou sua hélices com um som ensurdecedor, e logo levantou voo. Charlotte se deu a liberdade de espiar a janela ao seu lado, aos poucos, tudo estava ficando pequeno, as pessoas, sua mãe, sua casa, a cidade de Hearthrome e a região de Sinnoh. Tudo estava ficando para trás. Sua escola, seu quarto e Johnny. Sentiria falta de tudo aquilo, estava com medo de novo.


   Mas já era tarde demais, teria que encarar a nova e misteriosa realidade...

Notas da Autora #01 - [Prólogo]


Sejam Bem Vindos ao primeiro Notas da Autora!

O objetivo desse tipo de postagem é comentar um pouco sobre o desenvolvimento do capítulo referente a esta nota e também aproximar a escritora de vocês, leitores. Aqui eu conto algumas curiosidades e faço algumas perguntas e enquetes pra vocês. 
Mas vamos falar sobre o Prólogo, onde duas coisas chamaram a atenção de vocês, o cenário e a treinadora do Dragonite. 

O cenário tem uma curiosidade interessante, porque ele não foi inspirado em jogos como Resident Evil ou série como The Walking Dead, ele foi inspirado num anime conhecido como Zero no Tsukaima, um anime de fantasia, romance e ecchi. Tanto que na thumbnail do capítulo, é a imagem desse anime. Então tanto o cenário quanto o prólogo foram inspirados na cena desse anime.
Sobre a treinadora do Dragonite, bem, eu não posso revelar muitos detalhes sobre ela no momento, só posso dizer que ela é sim uma das protagonistas e que estou me esforçando muito para que ela conquiste cada vez mais vocês.
Eu sei que o Prólogo foi curto, mas posso garantir que a média dos outros capítulos é muito maior, então, fiquem ligados.
Por hoje é só isso. Nos vemos no próximo capítulo.
Até mais o/

Prólogo

 
  Corria e corria, sem qualquer rumo, apenas procurando um lugar seguro, seus joelhos estavam ralados, alguns cortes se destacavam em seu rosto e braços, o vestido estava rasgado e sujo e os cabelos castanhos bagunçados. Estava cansada, a ponto de desmaiar, poderia cair e pouco se importava com o que aconteceria depois, mas não podia desistir, tinha uma missão a cumprir. Em seu colo, uma criatura rósea e pequena repousava, estava tão ferido quanto a garota, e os pequenos gemidos eram de dor. 
  Ela fugia de algo e de alguém. Várias pessoas hipnotizadas e seus Pokémon vagavam pela cidade como zumbis repetindo em coro as mesmas palavras: 

  - Capturar o Mew! Capturar o Mew!


  A obra provavelmente era de alguém que não mostraria seu rosto tão cedo. Alguém covarde, digno de muita pena. Parecia estar num apocalipse, algumas casas foram invadidas, outras queimavam, os poucos moradores que estavam sãos, fugiam levando alguns pertences e familiares. Enquanto isso, a garota e o Mew se encaminharam em direção a um beco sem saída, onde esta sentou-se, encolhida, com frio, com sede, com fome e principalmente, com medo. Respirou fundo, torcendo para que ninguém a visse, olhou para pequena criatura em seu colo: Como poderiam querer tanto mal a uma criatura tão bondosa?


  Ficou ali por alguns minutos – que pareciam horas – para recuperar o fôlego, quando seus olhos começaram a pesar, o cansaço havia dominado seu corpo. Era seu fim? Não. Ainda não. Levantou-se, com dor e dificuldade, precisava encontrar a saída da cidade e encontrar seus amigos que por algum motivo, haviam se separado, começou a caminhar lentamente em direção a saída do beco, quando um homem alto pulou em sua direção, sua roupa estava rasgada e seus olhos brancos, repetia a mesma coisa que todos os outros. Sua feição era de horror, e ele babava, andava encurvado, meio retorcido. A garota gritou ao ser surpreendida, em seguida, o homem liberou um Dodrio, que parecia mais horrorizado que seu treinador. O Pokémon ficou ereto, demonstrando superioridade.

 - Dodrio, Drill Peck. – ordenou o homem, com voz mórbida. 
 - D-droga. – sussurrou a garota, prevendo o pior.

  Os bicos das três cabeças do Pokémon começaram a girar rapidamente e avançaram em direção do Pokémon e da jovem. Esta fechou os olhos, abraçando o Mew, com o intuito de protegê-lo, quando uma voz masculina exclamou:

  - Politoed,Hyper Voice

  Um sapo verde saltou em direção ao Dodrio e ondas de som saíram de sua boca, atingindo o Pokémon e seu treinador, que caíram inconscientes. A morena assustada, olhou em direção da voz, e sorriu ao reconhecer o amigo. O rapaz se aproximou e abraçou-a.

  - Não suma de novo.
  - S-sinto muito... – respondeu, se aconchegando nos braços do companheiro.
  - Quando foi que tudo perdeu o controle? – questionou o jovem, se afastando e olhando para a multidão de pessoas que se arrastavam sem rumo. 
  - E-eu não sei... – ela respondeu, cabisbaixa. – Estou com medo...
  - O Mew está bem? 
  - Está ferido, precisamos leva-lo para algum Pokémon Center. 
  
  Um terceiro Pokémon apareceu, Dragonite, que desceu dos céus perto das pessoas, das costas do Pokémon, uma segunda garota loira apareceu.

  - Não podemos perder tempo. – disse a recém-chegada. – Vamos logo.

  O jovem ajudou a garota com o Mew subir nas costas da criatura alaranjada.

  - Leve-a para o Pokémon Center mais próximo.
  - E você? – questionou a treinadora do dragão.
  - Eu preciso deter quem está comandando tudo isso antes que se espalhe. 
  - Mas eles são muitos! – exclamou a morena, preocupada.
  - Eu sei. – ele sorriu. – Mas eu sei me virar. Agora, vão!

  Ao comandar da treinadora, o Dragonite aos poucos bateu as asas e começou a alcançar o céu noturno. A jovem com o Mew encarava tudo, desesperada com o amigo que fora deixado para trás.

  - Politoed, pronto para detonar alguns Pokémon? – questionou o deixado para trás para seu Pokémon. O sapo assentiu.

  Cada vez que se afastavam, mais a garota se preocupava, viu o Politoed do amigo ser atingido gravemente por um Graveler que havia aparecido, sentiu algumas lágrimas caírem em direção ao campo de guerra que aquela cidade havia se tornado. Quando o gritou o nome do amigo, o movimentar de asas poderoso do Dragonite silenciou sua voz, e em seguida, voaram em direção ao céu estrelado. 

A guerra só estava começando...

FUI ESCREVER UMA FANFIC E OLHA NO QUE DEU! [Apresentação]


(ATENÇÃO: Este post não contém Amoebas!)
Alô,alô, estrelinhas do meu coração! Star-chan na área para uma apresentação devidamente formal.

Não sou completamente nova na Aliança, comecei meus trabalhos em 2014 no Aventuras em Sinnoh como estagiária do CanasOminous, e como boa estagiária, eu ajudava em tudo um pouco, claro que fui muito bem paga rs.
O tempo foi passando, e as outras regiões da Aliança voltaram a ativa (inclusive, todas as regiões estão ativas no momento. #CHUPAINIMIGAS), e além de ajudar com Sinnoh postando matérias e downloads, comecei a auxiliar os outros escritores (principalmente o Dento, de AeJ e Sigert, de AeH) com trainer cards e alguns capítulos. Eu era a estagiária de todo mundo agora :v

QUANDO SURGIU MEU INTERESSE EM FANFICS?

Ok, nem tanto assim...
Tudo começou em 2010 (eu acho), e lá estava navegando pela internet, e vocês sabem, redes sociais eram algo incomum. Até que eu me deparei com um tal de Nyah! Fanfiction, um site onde várias fanfics de todos os gostos e tipos. OBVIAMENTE, eu cacei por Pokémon, e lá estava, aquela lista de histórias maravilhosas que eu iria me saborear todos os dias.
Encontrei um tal de Aventuras em Sinnoh também, é uma história legal, vocês deviam ler ~SARCASM~
Enfim, foi assim que eu comecei a me arriscar na escrita e soltei algumas one-shots na rede. MAS NÃO LEIAM, DE VERDADE. É vergonhoso. Arrisquei também algumas fics longas de Pokémon que não deram muito certo mas que com certeza servirão de inspiração para essa fanfic atual.
CURIOSIDADE: Meu primeiro comentário no Aventuras em Sinnoh foi no dia 23 de Outubro de 2010, mas ninguém quer saber.

COMO VOCÊ ASSUMIU KANTO?


Era uma vez...


Para não ficar uma história longa, eu simplesmente vou me defender dizendo que não era um sonho de infância assumir algumas região dentro da Aliança, eu adoro meu trabalho de estagiária <3
Acontece que o Dento, escritor do Aventuras em Johtoestava querendo muito que uma fanfic de Kanto começasse para que ele pudesse discutir com alguém as relações entre as duas regiões. E na época, o Lord estava no comando da região. Foi aí que eu linda, maravilhosa, diva surgi dizendo que acharia a interessante a ideia de escrever Kanto. Dento, como um ser humano enviado de Deus e abençoado por Zezé Di Camargo e Luciano, conversou com Lord, que gentilmente, cedeu a região a mim e agora assumiu a região de Ransei.
Conclusão dessa história? STAR É UMA PIDONA CARA DE PAU. Fim.

CONTE-NOS UM POUCO SOBRE KANTO

Kanto é minha terceira região favorita depois de Sinnoh e Johto, mas eu tinha que admitir que não tinha ideia do que iria escrever. Foi aí que estava eu lá, assistindo vídeos de animes aleatórios quando me deparei com uma personagem que supostamente era uma princesa e seu fiel guarda-costas - pelo menos foi isso que eu entendi do anime -, e então surgiu a Charlotte, a protagonista da fanfic. Porque Charlotte? EU AMO ESSE NOME,só isso mesmo.
Aos poucos, surgiu a Priscilla, nome emprestado da autora de Aventuras em Oblivia, Zyky, e também, um pouco da personalidade. E também o Matthew, o tal guarda-costa.
Talvez, a princípio, vocês lembrem de Aventuras em Kalos, do Haos, ao ler esse pequeno resumo, mas calma, as duas tem muitas diferenças.

Ok, já tinha os personagens, e logo, as ideias surgiram e eu comecei a escrever feito maluca, capítulo em cima de capítulo. Já havia escrito especiais e planejamentos para o futuro. Estava tudo perfeito, e então... Veio a traição.
Todos os arquivos relacionados a Kanto eram guardados em um pendrive, assim eu podia carregar para onde eu quisesse e escrever a qualquer momento. Mas tudo foi por água abaixo. Certo dia...

O PENDRIVE QUEIMOU!
Sim, queimou, pifou, foi pro beleléu, morreu, sei lá, use qualquer termo para MORTE!
Meu querido pendrive foi dar uma volta em Game of Thrones e acabou morrendo. Tentaram reviver ele, mas era tarde demais. 
O que fazer agora? Perdi TUDO de Kanto. 

Encenação do que meu pendrive fez com Kanto
Com a graça de Arceus, Dento, Kaio e Canas (eu amo vocês <3) tinham alguns capítulos que eu havia mandado para eles para análise, e então consegui recuperar algumas coisas, mas era pouco comparado com tudo que eu tinha perdido. O que fazer?
AMIGOS, EU INCORPOREI O SANIC E CORRI FEITO LOUCA PARA RECUPERAR TUDO!
Follow my rainbow (8)'
Por sorte, consegui recuperar 80% do meu prejuízo, então, não se preocupem, está tudo bem agora :3

Considerações finais

Brincadeira a parte, esse post foi bem descontraído para que eu pudesse me aproximar mais de vocês e não ficar um clima tão chato de "Oi, eu sou a Star-chan".
Mas eu espero que vocês me recebam aqui com carinho, e eu vou tentar fazer o máximo para agradar vocês.
Quero agradecer a todos os autores da Aliança por me apoiarem em tudo e que possamos continuar nossa jornada juntos.
Então, é isso...
UM BEIJO E UM QUEIJO. TCHAU. ( acho que copiei alguém >.>)



Obs.: Se você não entendeu a piada das Amoebas, pesquise por RezendeEvil e seja feliz :)

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